Diferenciais competitivos

Logística

A logística na Odebrecht Agroindustrial é hoje uma das grandes aliadas na busca por competitividade e no desenvolvimento de projetos e soluções corporativos. Valendo-se de modais rodoviários e ferroviários para atender seus Clientes domésticos e para transferir produtos aos portos no caso de exportação, está dividida em dois grandes focos: planejamento e operação.

Ao Planejamento cabe definir projetos, de médio e longo prazos, de desenvolvimento de novos modais, terminais ou alternativas viáveis aos provedores atuais. Além disso, atua para otimizar a logística e alocação de produção da Empresa na safra corrente. Já a operação é responsável pela movimentação dos produtos por meio do fluxo definido, desde os estoques das Unidades até os Clientes finais. Ela garante o cumprimento dos contratos com rapidez e busca, sempre que possível, a redução de custos com transportes.

Durante a safra 2012-2013 importantes avanços ocorreram na área de logística, entre eles a instituição e obtenção das licenças necessárias para operar um terminal exclusivo de armazenagem e venda de etanol no município de Paulínia, interior paulista, que irá aumentar a competitividade da Empresa em virtude da excelente localização e da pronta entrega. Com previsão de início das operações na safra 2013-2014, o novo terminal, denominado Tercom, terá capacidade estática de 9 mil metros cúbicos. A expectativa é que sejam comercializados, por meio desta estrutura, aproximadamente 240 mil metros cúbicos de etanol durante a próxima safra.

A maior parte do açúcar comercializado pela Empresa é transportada pelo porto de Paranaguá, localizado no Estado do Paraná, que é atendido pelo modal ferroviário a partir de Maringá (PR). A Odebrecht Agroindustrial mantém um terminal de transbordo neste município, para distribuição de produtos provenientes das Unidades em São Paulo e Mato Grosso do Sul.

EM14052013-8224

Projeto Logum

A Odebrecht Agroindustrial, por meio da Odebrecht TransPort, tem 20% de participação no Projeto Logum – consórcio responsável pela construção de um sistema logístico multimodal de transporte e armazenagem de etanol. Com grandes investimentos, o sistema atravessará 45 municípios, ligando as principais regiões produtoras de etanol nos estados de São Paulo, Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso do Sul ao principal ponto de armazenamento e distribuição em Paulínia (SP).

Parte deste sistema integrado será composto por um duto de longa distância, com aproximadamente 1,3 mil quilômetros, que interligará as regiões de Jataí (GO) e Paulínia (SP). O empreendimento será integrado ao sistema de transporte hidroviário com utilização de barcaças na bacia Tietê-Paraná. Ao todo, o sistema prevê nove terminais coletores de etanol, entre terrestres e aquaviários. A combinação dos modais dutoviário e hidroviário tem como finalidade a racionalização do processo de transporte do etanol, com menores custos.

O sistema integrado se estenderá, a partir de Paulínia, por uma ampla malha de dutos existentes até os terminais em Barueri e Guarulhos, na grande São Paulo e em Duque de Caxias, no Rio de Janeiro. Destes pontos, o etanol será levado diretamente aos postos de combustíveis, por meio de transporte rodoviário de curta distância. Para garantir que o produto chegue a outros mercados no território nacional, por cabotagem, o sistema de escoamento alcançará terminais marítimos nos litorais de São Paulo e Rio de Janeiro. O sistema permitirá, ainda, maior agilidade ao processo de exportação do etanol.

A primeira fase do projeto, ligando Paulínia (SP) a Ribeirão Preto (SP), já está pronta e deve ser inaugurada ainda na safra 2013-2014. Os próximos passos incluem o início da construção do trecho entre Ribeirão Preto e Uberaba (MG), já aprovado, e a aprovação para construção dos trechos que farão a ligação entre Uberaba e Jataí (GO). A previsão de conclusão é até o final de 2015. Quando concluído, o projeto terá uma capacidade instalada de transporte de até 21 milhões de metros cúbicos de etanol por ano.

A Empresa acredita que a movimentação de etanol entrará em uma nova fase a partir da entrada em operação do terminal Tercom, em Paulínia, e do poliduto da Logum. As duas iniciativas aumentarão a flexibilidade e a agilidade da Empresa no mercado de São Paulo, reduzindo os custos de operação. Além disso, a dutovia também trará vantagens importantes de segurança e preservação ambiental, devido, principalmente, à redução da necessidade do uso das estradas por caminhões e à menor queima de óleo combustível, o que, consequentemente, reduzirá a emissão de CO2 durante o transporte.