Gestão de riscos

GRI 1.2

A fim de se resguardar contra prejuízos de diversas naturezas, periodicamente a Odebrecht Agroindustrial analisa e mapeia toda sua operação e seus processos de modo a identificar e gerir potenciais riscos.

Riscos de mercado

O gerenciamento de riscos é uma ação norteada pela Política de Gestão de Riscos, aprovada pelo Conselho de Administração da Empresa e pertinente ao Comitê de Gestão de Risco de Mercado. Constam nela as características das atividades de gestão, que englobam metodologias para cálculo de exposição, relatórios e sistemas de controles de monitoramento, critérios para tomada de risco, limites e instrumentos financeiros.

Os riscos mais imediatos que a Odebrecht Agroindustrial administra são as variações de câmbio, do preço do etanol e do açúcar, e das taxas de juros flutuantes. Também são consideradas as operações com instrumentos financeiros, que visam proteger a Empresa em relação aos riscos do mercado.

O processo de gerenciamento de riscos tem por finalidade a proteção financeira e econômica do fluxo de caixa. Para isso, são empregados instrumentos derivativos para conter as principais exposições de riscos comerciais e financeiros decorrentes da operação. O emprego de instrumentos derivativos financeiros está sujeito a cotação competitiva, avaliação de precificação, impacto contábil, entre outras técnicas de acompanhamento. Esses instrumentos incluem contratos de opções, futuros, swaps e Non-Deliverable Forward (NDF – contrato a termo entre duas moedas).

Diariamente a Empresa analisa seus contratos derivativos e ajusta sua estratégia segundo as condições de mercado, podendo utilizar derivativos para alterar o retorno de suas operações. A contratação desses instrumentos é feita para um montante não superior ao da aplicação ou do compromisso implícito.

Riscos ambientais e de segurança

A Odebrecht Agroindustrial realiza a análise de riscos ambientais dos processos industriais em todas as suas Unidades em operação, com expansão programada para os projetos de futuras instalações e novos tanques. Para isso, utiliza a metodologia Hazard and Operability Study (Hazop – Estudo de Operabilidade e Perigos). A análise engloba questões operacionais, bem como a possibilidade de ocorrência de desastres ambientais, incêndios, explosões em usinas e tanques, vazamento e demais impactos ao meio ambiente e à segurança, permitindo a adoção de medidas preventivas. A aplicação da Hazop é uma nova abordagem no setor, que coloca a Empresa na condição de agente de mudança e contribui para a formação de uma cultura focada na precaução. Os incêndios agrícolas são um foco permanente de controle. Na safra 2012-2013, foram reforçados os cuidados com essa questão, tanto no sentido preventivo, quanto em relação ao controle e combate aos focos de incêndio. A Odebrecht Agroindustrial investiu na elaboração e distribuição de kits de extinção automática, em sistemas a serem instalados em colhedoras e em práticas e procedimentos, além de adotar as ações necessárias para a operação de uma frente agrícola com total segurança. Toda a gestão é baseada em 64 práticas mínimas, documentadas.

Riscos operacionais

Para conferir segurança e garantir a continuidade de suas atividades, a Odebrecht Agroindustrial conta com a contratação de seguro de ativos operacionais, de transporte de carga e para cobertura de eventos ambientais. Também são aplicadas medidas preventivas de modo a coibir a ocorrência de acidentes de qualquer natureza, como auditorias internas de verificação de itens de saúde, segurança e meio ambiente; treinamentos e procedimentos de comunicação compartilhada, inclusive de “quase acidentes”, além dos “acidentes”.

Gestão de imagem

Em 2012, a Odebrecht Agroindustrial iniciou o mapeamento de riscos de imagem. A partir da alteração do nome da Empresa, quando incorporou a marca Odebrecht, tais riscos foram potencializados em virtude de sua força e de seu reconhecimento no mercado nacional e internacional. Estruturado na safra 2011-2012, o Plano de Gestão de Crise de Imagem foi implementado na safra 2012-2013, período em que se elaborou a matriz de risco. A partir daí, a Empresa passou a mapear e gerenciar todos os potenciais riscos aos quais está exposta, adotando uma postura proativa e antecipando-se às ocorrências. Os riscos foram identificados por Unidades e classificados em baixo, moderado e alto, e serão mais bem detalhados na próxima safra.

 

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